sexta-feira, 23 de maio de 2008

Esse Não é o Meu Mundo

Como o mundo seria tão mais belo e iluminado se fôssemos diferentes do que somos, se cultivássemos outros valores e adotássemos outras atitudes. Mas o que vejo é um desfile de equívocos que parecem se estender quase ao infinito. Olhando para o que tenho de melhor e sonhando com o melhor dos mundos, eu vejo um horizonte diferente, onde as pessoas são mais felizes, mais humanas, mais solidárias, mais verdadeiras e mais completas. Só reconheço este mundo no endereço de minhas utopias.

Por que os mendigos são tratados como seres subhumanos? Por que uns se locupletam com polpudos milhões e outros carecem de míseros centavos? Que mundo é esse que os antepassados herdaram para nós? Como gostaria de deixar um planeta menos feio e sombio aos meus descendentes. Um dia as gerações vindouras precisarão deixar de ter vergonha de seu próprio planeta. Espero que os netos dos meus netos sorriam mais, amem mais, se realizem mais, cantando orgulhosamente em coro: "esse é o meu mundo".

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Primeiros Passos

Meu primeiro contato com o mundo prático do social aconteceu no começo do ano de 2000, em uma ONG chamada Esplar - Centro de Pesquisa e Assessoria. Comecei como estagiário de Informática, para concluir meus créditos de estágio supervisionado junto ao CEFET-CE (Centro Federal de Educação Tecnológica do Ceará), que na época se chamava ETFCE (Escola Técnica Federal do Ceará), onde eu estava encerrando o Curso Técnico de Informática Industrial.

Depois que passei no Vestibular para o Curso de Graduação em Administração de Empresas, na UECE (Universidade Estadual do Ceará), solicitei ao meu chefe a oportunidade de continuar estagiando na ONG, agora como estagiário de Administração. Meu chefe, que por sinal era Administrador, se mostrou solidário aos meus anseios e então me alocou no setor administrativo-financeiro da entidade. Graças a ele e toda a equipe do Esplar, que sempre me acolheu muito bem, pude galgar os primeiros passos de minha carreira social, que me levaria a horizontes impensáveis.